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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Naqueles dias...

Estou naqueles dias em que nada satisfaz: uma vontade de fazer não-sei-o-quê; uma desejo de comer sei-lá-o-quê... Dias em que fico carente, mas fico cheia de não-me-toques. Fico parecendo uma gata prenha. Siiiiim! É a dita cuja da TPM. Choro, até, com propaganda de margarina - podes crer! Maaas, na madrugada anterior, entre os estudos da especialização e a busca frenética pelos episódios de Fringe que, simplesmente, sumiram do computador (tinha que ser Fringe! Boo!), abusei geral! Fiquei FUUUUULA porque não achava a pasta com os episódios e não conseguia mais render no conteúdo acadêmico (já disse, né, que estou no módulo de Semiótica? Ui! ...Friiinge...). Saí catando qualquer coisa no computador e fui parar no programa de edição de vídeos do Windows. Geeente! Depois de pronto, fui verificar o que tinha saído - chorei até me acabar... sozinha, sentada no chão da sala, de madrugada, Kaio e Isadora dormindo... ainda bem! Mas, como é delicioso vermos um átimo da nossa existência registrado num filme! Mesmo que tenha sido feito com fotos e ajuda da opção "Filme automático".

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"Cumadri" e não "comadre"

Comadre Fulozinha: ente mitológico, uma misteriosa mulher que vive na floresta. É defensora dos animais e plantas contra os predadores da natureza - principalmente o bicho-homem. É uma caboclinha que tem longos cabelos negros que lhe cobrem o corpo. Ela é caminhante e brincalhona. Consegue desaparecer sem deixar rastro e adora fazer tranças na cauda dos cavalos. Ela protege a caça contra os caçadores, desorientando-os com seus assobios e fazendo com que eles fiquem perdidos na mata. Adora receber presentes como mingau, confeitos e fumo.

Mas, aqui, sou "Cumadri" Fulozinha; desse jeito mesmo - "cu-ma-dri" (pra não dizer "cumadi"). Assim comecei a me identificar nos bate-papos on lines da vida, desde quando fiquei conhecendo essa lenda. A mim, não faz medo. E por que "cumadri fulozinha"? Gosto do cheiro da terra molhada da chuva - sinto minutos antes de começar a chover (!); "ouço" o som do mar para dormir; adoro a brisa friinha que sai da mata quando faz calor, de curtir a preguiça no solzinho quando faz frio... Não chicoteie um cavalo perto de mim, que "cumadri" fulozinha fica FULAZINHA! Nem escurrace um cachorro, porque eu viro bicho! E nunca, nuuuuuunca cometa uma violência - qualquer que seja! - contra uma criança: todos os meus piores instintos afloram!